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Visto americano para empregado doméstico: como funciona, valores, prazos, agendamento e como a SDC Vistos ajuda

O visto para empregado doméstico existe para quem vai aos EUA acompanhar o empregador e trabalhar exclusivamente para ele durante a estadia. O ponto central do processo é a elegibilidade correta do tipo de visto e um contrato de trabalho em conformidade com as regras dos EUA.

Importante: a decisão é sempre do Consulado/Embaixada dos EUA. Nenhuma assessoria pode garantir aprovação.

1) Qual visto usar? (B-1, A-3, G-5 ou NATO-7)

B-1 “Domestic Employee” (o mais comum)

Indicado quando o empregador é, por exemplo, cidadão americano que está temporariamente designado aos EUA ou um titular de visto temporário (como B/E/F/H/I/J/L/O/P/Q) e leva o empregado doméstico para trabalhar na residência do empregador enquanto durar a viagem/estadia.

  • Trabalho somente para o empregador que assina o contrato.
  • Necessário contrato com regras de salário, horas, benefícios e proteção.

A-3 / G-5 / NATO-7 (casos específicos)

Indicados quando o empregador é um diplomata/funcionário de governo (A), representante/funcionário de organização internacional (G) ou pessoal relacionado a NATO. Nessas categorias, o contrato costuma ter exigências ainda mais detalhadas e o consulado pode solicitar comprovações adicionais.

  • Visto do empregado geralmente não pode exceder a validade do visto do empregador.
  • Regras de salário, pagamento e não retenção de documentos são altamente fiscalizadas.

Dica SDC: escolher o tipo correto (B-1 vs A-3/G-5/NATO-7) é o primeiro “divisor de águas”. Um pedido no visto errado aumenta muito o risco de negativa.

2) O que o Consulado avalia (e por que o contrato é tão importante)

Para empregados domésticos (A-3, G-5, NATO-7 e também B-1 domestic employee), o empregador deve fornecer um contrato de trabalho que respeite a lei dos EUA e deixe tudo claro em linguagem que o trabalhador entenda.

Itens essenciais que precisam estar no contrato

  • Salário por hora compatível com a lei (mínimo legal e/ou “prevailing wage”, conforme local).
  • Jornada semanal, folgas, férias, feriados e regras de horas extras (“overtime”).
  • Forma e frequência de pagamento (ex.: semanal/quinzenal; transferência/cheque).
  • Transporte de ida e volta e, se for morar com o empregador, room & board (alojamento e alimentação).
  • Proibição de o empregador reter passaporte, contrato ou pertences pessoais do empregado.
  • Cláusula de aviso prévio e termos de encerramento do vínculo.

Regras práticas que costumam derrubar pedidos

  • Contrato genérico, sem salário/hora definido, sem jornada e sem benefícios claros.
  • Pagamento “por fora”, sem método definido ou com descontos indevidos.
  • Empregado sem vínculo real (histórico fraco, sem experiência, sem relação comprovada com o empregador).
  • Dúvidas sobre intenção de retorno ao Brasil (vínculos fracos, inconsistências no DS-160 e documentos).

Regra de ouro: o empregado doméstico vai aos EUA para trabalhar somente para aquele empregador e retornar ao final da estadia.

3) Passo a passo do pedido (do zero ao resultado)

  1. Etapa 1 — Diagnóstico do caso e escolha do visto correto

    Verificamos se o caso é B-1 domestic employee ou A-3/G-5/NATO-7 e quais documentos o empregador e o empregado precisam apresentar.

  2. Etapa 2 — Contrato + cartas do empregador

    Montamos e revisamos o contrato completo, além de cartas de apoio do empregador (função do empregado, período de viagem, responsabilidades, remuneração e compromisso com as regras).

  3. Etapa 3 — Preenchimento do DS-160

    O DS-160 é o formulário oficial do visto. Ele precisa ficar 100% coerente com o contrato, histórico profissional e dados do empregador.

  4. Etapa 4 — Pagamento da taxa (quando aplicável)

    Para B-1, normalmente há taxa de processamento. Para vistos diplomáticos/algumas categorias A e G, pode haver isenção. Conferimos isso antes de qualquer pagamento.

  5. Etapa 5 — Agendamento (CASV + entrevista)

    Em geral, você agenda biometria (foto e digitais) e entrevista. O consulado pode pedir documentos adicionais e pode manter o passaporte para emissão do visto após aprovação.

  6. Etapa 6 — Entrevista e resultado

    A entrevista costuma focar em: vínculo com o empregador, condições de trabalho, entendimento do contrato, elegibilidade e intenção de retorno ao Brasil.

4) Valores (taxas oficiais mais comuns)

Taxa consular (processamento) — B-1

US$ 185 por solicitante

  • Pagamento obrigatório antes do agendamento (na maioria dos casos).
  • Não reembolsável, mesmo em caso de recusa.

Taxa consular — A / G / NATO e vistos diplomáticos

Geralmente: isento (conforme categoria)

  • Algumas categorias (A, G, NATO e diplomáticos) podem não exigir taxa de processamento.
  • Validamos a regra aplicável ao seu caso antes de qualquer pagamento.

Taxa de emissão (reciprocidade) — brasileiros

Para brasileiros, muitas categorias (como B-1) costumam ter taxa de emissão “None” na tabela de reciprocidade. A validade pode variar por categoria e pelo caso.

Observação: podem existir custos extras não governamentais (traduções, deslocamento, courier do passaporte e assessoria).

5) Prazos e agendamento

Tempo para conseguir entrevista

A disponibilidade de datas varia por cidade e semana. Existe uma tabela oficial de tempo estimado de espera.

Consultar tempos de espera oficiais (Wait Times)

Após a entrevista

  • Aprovado: o passaporte normalmente fica retido para emissão e depois é devolvido conforme logística local.
  • Processamento administrativo: alguns casos podem demorar mais e exigir documentação extra.

Recomendação: evite compras não reembolsáveis antes de estar com o passaporte em mãos.

6) Documentos que normalmente são solicitados (checklist)

Do empregado doméstico

  • Passaporte válido.
  • DS-160 (confirmação com código de barras).
  • Comprovação de vínculos no Brasil (trabalho, família, patrimônio, rotina, etc.).
  • Histórico profissional e comprovação de experiência na função (quando aplicável).

Do empregador

  • Contrato de trabalho assinado (com requisitos completos).
  • Documentos do empregador (status/visa, viagem, local de residência nos EUA e período).
  • Comprovação de capacidade financeira para pagar salário e benefícios do contrato.

Cada caso pode exigir itens adicionais. A SDC monta o checklist ideal para seu perfil e para o tipo de visto correto.

7) Como a SDC Vistos pode ajudar (de forma completa)

Enquadramento correto do visto

Identificamos se é B-1 domestic employee ou A-3/G-5/NATO-7 e evitamos erros de categoria que levam a recusas.

Contrato “à prova de Consulado”

Revisamos cláusulas essenciais (salário/hora, jornada, pagamento, benefícios, transporte, não retenção de documentos) e ajustamos o texto para ficar coerente e completo.

DS-160 preenchido e revisado

Padronizamos datas, endereços, histórico de trabalho, função e vínculo com o empregador — sem inconsistências.

Agendamento e orientação de comparecimento

Ajudamos com pagamento (quando aplicável), cadastro, agendamentos e instruções do dia (CASV e entrevista).

Treinamento de entrevista

Simulação com perguntas típicas: funções, rotina, salário, jornada, onde vai morar, por quanto tempo, vínculo com o Brasil e entendimento do contrato.

Checklist e organização de documentos

Montamos o dossiê com foco no que o consulado realmente analisa, evitando excesso e reduzindo risco de faltar algo crítico.

Importante: a SDC Vistos é uma assessoria privada e não tem vínculo com o Governo dos EUA. Nosso trabalho é organizar, orientar e reduzir erros — a decisão final é consular.

8) Perguntas frequentes (FAQ)

Empregado doméstico pode tirar visto de turismo (B2) e trabalhar?

Não. Trabalho nos EUA exige enquadramento correto. Para empregado doméstico, normalmente o caminho é B-1 domestic employee ou A-3/G-5/NATO-7, conforme o empregador.

O contrato precisa estar em inglês?

O mais importante é que o contrato esteja em um idioma que o empregado entenda e que cumpra os requisitos. Em muitos casos, é recomendado ter versão em inglês e/ou tradução.

O empregador pode ficar com o passaporte do empregado?

Não. Isso é expressamente proibido nas regras e materiais oficiais de proteção ao trabalhador.

Qual é a taxa para o visto de empregado doméstico?

Para B-1, a taxa oficial de processamento é geralmente US$ 185. Para categorias A/G/NATO, pode haver isenção. A SDC confirma a regra do seu caso antes do pagamento.

Quanto tempo leva para conseguir agendamento?

Varia conforme cidade e disponibilidade. Consulte os tempos de espera oficiais e inicie o processo com antecedência.